
Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos.
Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer.
O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...)
Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado.
O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.
(Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela')
1 comentário:
Entregue-mo-nos à pessoa amada, sem reservas... correspondido o amor, deixe-mo-nos levar pelo sonho da felicidade plena e correr pelas alegrias como quem brinca enquanto criança, numa seara de trigo... E depois? Quando a lágrima cai pelo choro da desilusão, tudo desaba por soluços incontidos de sofrimento... Há esperança em dias melhores... Quero vivê-los devagar, de olhos postos numa alvorada que me incute ânimo... e o amanhã será sempre um sorriso!..:)
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